O homem e a mancha

O homem e a mancha

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Piquenique no front

Dentro do Projeto Teatro do Absurdo 60 anos, promovido pela Cia. de Teatro ao Quadrado no Teatro de Arena, está prevista a realização de um ciclo de leituras dramáticas, contemplando alguns dos principais autores que convencionou-se vincular a esse movimento, surgido em 1950. Como se verá, pertencer ao denominado grupo do Absurdo não significa manter idênticas características estilísticas: Eugène Ionesco, Samuel Beckett, Fernando Arrabal, Harold Pinter, entre outros, podem ser tão diferentes entre si quanto o preto do branco. No entanto, ao serem colocados em um mesmo grupo por Martin Esslin, em seu livro O teatro do absurdo, de 1961, faz-se necessário atentar para algumas das características que de alguma forma os ligam, entre elas a experimentação da linguagem, o non sense, o pessimismo, a violência e a crítica aos costumes.
Para inaugurar o ciclo de leituras, a Cia. Stravaganza, com direção de Adriane Mottola, fará a leitura da peça Piquenique no front, escrita por Fernando Arrabal em 1952. É nesta terça-feira, dia 16 de novembro, às 20 horas, no Teatro de Arena (Borges de Medeiros, 835), com entrada franca.

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