O homem e a mancha

O homem e a mancha

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Yasmina e Uruguaiana

Amanhã, dia 10 de setembro, estarei me apresentando em Uruguaiana com o espetáculo de teatro de rua Sacra folia. A divertida peça da Cia. Stravaganza se apresentará na cidade, em um projeto de residência artística que inclui outros espetáculos, oficinas e leituras dramáticas. A viagem, que dura mais de 8 horas, será feita de ônibus, e para mim será um bate-e-volta: apresento a peça à tarde e à noite embarco de volta a Porto Alegre, onde chego às 6h da manhã de sexta-feira. Corrido? Muito, mas não quero ficar ausente de Porto Alegre, onde o Porto Alegre em Cena tem tantas coisas boas a serem vistas. No sábado, é a vez da Cia. de Teatro ao Quadrado apresentar O médico à força para uma casa lotada (os ingressos se esgotaram há dias). Hoje, assisti à produção uruguaia Un dios salvaje, da dramaturga francesa Yasmina Reza. Um belo espetáculo, com o ator César Troncoso (de O banheiro do papa). Yasmina Reza já conheço há anos, e sou fã de uma de suas peças, que pensamos em montar lá por 1999: Arte. Recentemente adquiri um volume com algumas de suas peças editadas pela Faber and Faber, de Londres. As peças The unespected man, Conversations after a burial e Life x 3 dão uma amostra dessa grande autora, que lida quase sempre com temáticas que desnudam a classe média e/ou os intelectuais, com suas idiossincrasias e comportamentos típicos. Há também uma pequena novela, de Yasmina, esta editada no Brasil, pela Rocco: Uma desolação. Vale a pena conhecer. 

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