O homem e a mancha

O homem e a mancha

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Rodrigo Lopes: profissão cenógrafo


Rodrigo Lopes, nosso cenógrafo em Mães e sogras, já trabalhou com os principais diretores de teatro de Porto Alegre. Uma amostra de suas criações: A fonte, de Luiz Arthur Nunes (1988); Bella ciao, de Néstor Monastério (1989); Sonata da solidão, de Miriam Amaral (1990); Hospede a primavera em sua casa, de Luiz Paulo Vasconcellos (1990); Pois é, vizinha, de Deborah Finocchiaro (1994); A escova de dentes, de Ramiro Silveira (1996); O bandido e o cantador, de Patrícia Fagundes (1996); 1941, de Decio Antunes (1996); Conto de inverno, de Irion Nolasco (1996); Os saltimbancos, de Ronald Radde (1998); À margem da vida, de Camilo de Lélis (1998); Un beso, un abrazo, un apretón de manos, de Luciano Alabarse (1998); As traças da paixão, de Élcio Rossini (1999); Solos em cena, de Maria Helena Lopes (2000) e Trem-bala, de Irene Brietzke (2000).
O Rodrigo teve o prazer de trabalhar com a equipe do Peter Brook, quando estiveram no Brasil dois de seus espetáculos: em 2002, La Tragedie d'Hamlet, e em 2004, Tierno Bokar. Também fez parte da equipe de 4:48 Psychose, com a atriz Isabelle Huppert.
De prêmios, o cara está cheio: recebeu o Açorianos de Melhor Cenografia em 1996 (1941) e 1999 (As traças da paixão).
Recebeu o Tibicuera de Melhor Cenografia em 1996 (Conto de inverno), 1997 (A bela e a fera) e 1998 (Os saltimbancos).
E até no cinema o Rodrigo já foi premiado: em 2003, recebeu o Troféu Candango de Melhor Direção de Arte de Longa Metragem em 35mm no Festival de Cinema de Brasília, por A festa de Margarete.
Por tudo isso, dá para ver que estamos com o que de melhor poderíamos ter na cenografia de nosso novo trabalho. É um prazer trabalhar com esse grande profissional.

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