O homem e a mancha

O homem e a mancha

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Contagem regressiva


A menos de um mês da estreia de Solos trágicos, o novo espetáculo dirigido pelo Roberto Oliveira no Depósito de teatro, as expectativas são muitas, assim como é pequeno o tempo para alinhavar todas as pontas que faltam para tornar a peça uma unidade artisticamente coerente. Não tenho dúvidas de que isso acontecerá, e na nossa primeira apresentação pública, no dia 22 de janeiro, teremos chegado a um resultado satisfatório, mesmo sabendo que a peça se transformará com o decorrer das apresentações.
Na foto acima, pode ser visto o local em que ocorrerão as apresentações, ao lado da Usina do Gasômetro, ao ar livre. O espaço, na foto, ainda está sem a cenografia e sem a infra-estrutura, mas dá para ter uma ideia. Na outra foto, eu, em ensaio na sala 402 da Usina.
O que é instigante em Solos trágicos é a reunião de autores tão brilhantes em um mesmo espetáculo. Fragmentos de Eurípides, Sófocles, Ésquilo, Shakespeare, Nelson Rodrigues e Michel Azama, em algumas de suas melhores criações, como Agamemnon, Ifigênia, Etéocles, Antígona, Electra, Hamlet, Ofélia, Macbeth, Lady Macbeth, Misael e Moema povoam esse mundo que criamos, após uma catástrofe natural.

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