O homem e a mancha

O homem e a mancha

domingo, 22 de novembro de 2009

Noite


Neste sábado, fomos ao badalado Café Segredo, na Lima e Silva, reduto da noite de Porto Alegre. A convite de nosso amigo e afilhado Donatto Oliveira, que completava 28 anos na virada para o domingo, aceitamos conhecer esse lugar e comemorar com ele mais um ano. Foi legal encontrar ele e outros amigos no barulhento night club, mas cada vez mais me convenço que não tenho muita paciência para esses ambientes onde há muito barulho e pouco espaço para conversar. Houve um tempo em que eu gostava muito de sair e dançar a noite toda. Ainda aprecio música e dança, em menores doses, mas o que realmente me cativa atualmente é conversar com as pessoas de que gosto, bebendo em um bar ou na casa de alguém. Acredito que isso seja uma consequência natural da maturidade (apesar de saber que algumas pessoas mantêm essa verve festeira por toda a vida, mas a regra geral é que acalmem-se os ânimos e aprecie-se muito mais o contato próximo e as ideias das pessoas). Saliento que continuo amando a noite, e para mim é durante a madrugada que me sinto melhor, em casa, lendo, ou conversando, no silêncio. A badalação que me interessa é a ligada à arte em geral: em relação a ela sou quase insaciável.

Nenhum comentário:

Postar um comentário