O homem e a mancha

O homem e a mancha

sábado, 7 de novembro de 2009

Estamos no ar


Em 2006, dentro do projeto de leituras encenadas promovido pela Cia. Stravaganza, dirigi a leitura da peça Estamos no ar, que eu mesmo traduzi, do dramaturgo chileno Marco Antonio de la Parra. Nós da Cia. de Teatro ao Quadrado temos uma relação de fascinação com a obra de De la Parra, de quem já montamos dois textos: A secreta obscenidade de cada dia (que foi meu projeto de graduação em Interpretação Teatral, no DAD), em 2002, e Sofá, uma comédia picante, em 2005. Está ainda, em nossos planos, encenar Estamos no ar em um futuro breve. A peça, que se passa durante a apresentação de um episódio do reality show chamado A Família Perry, mostra uma família que se desintegra frente às câmeras, após a chegada de um de seus membros, o irmão, que há muitos anos fôra embora. Incesto, infanticídio, uso de drogas, prostituição, homossexualismo, são alguns dos temas da peça. E quem viu nossas duas montagens a que me referi acima, sabe do que estou falando, e também que o humor negro dá a tônica dessas abordagens.
Na foto, feita no dia da leitura, a equipe (quase toda) caracterizada: Jô Fontana (iluminador), Clóvis Massa, Margarida Leoni Peixoto, Carlos Azevedo, Ekin, Zoé Degani (cenógrafa), Ida Celina, Daniel Colin, Melissa Dornelles, Florência Gil e Rô Cortinhas (figurinista).

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