O homem e a mancha

O homem e a mancha

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Bastardos inglórios


Um filme de Quentin Tarantino é sempre aguardado como um banho de excelente cinema. Usando como matéria prima muito da cultura pop, misturada a referências do cinema, seus filmes são fascinantes também pela "releitura" de gêneros que faz. Foi assim com os filmes de roubo, como Cães de aluguel, os de artes marciais e vingança, com Kill Bill volume 1 e Kill Bill volume 2, e agora com os filmes sobre a Segunda Guerra Mundial, com Bastardos inglórios. Como sempre, o elenco é excelente, e traz um ator que anda meio apagado: neste caso, Mike Myers (de Austin Powers), em um papel pequeno, é verdade. Já li que este é considerado um filme mais maduro de Tarantino, e concordo com isso. Apesar de tudo aquilo que esperamos de suas produções estar lá (a violência muitas vezes explícita, o humor nonsense, os diálogos perfeitos, as personagens surpreendentes), desta vez há algo mais. Na falta de uma melhor palavra, vou me juntar aos críticos e chamar de maturidade. Há algumas sequências realmente brilhantes, especialmente as passadas na noite de estreia do filme. O sotaque texano-italiano de Brad Pitt é hilariante. Imperdível.

Um comentário:

  1. Concordo que esse é o trabalho mais maduro do Tarantino. Amei o filme; diria que é um dos melhores do diretor.

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