O homem e a mancha

O homem e a mancha

sexta-feira, 1 de março de 2013

TEATRO EM PORTO ALEGRE: parte 2- OS DIRETORES

AÇORIANOS DE MELHOR DIREÇÃO
Alguns dos nomes premiados com o Troféu Açorianos de Melhor Direção, desde 1977, continuam produzindo muito. Outros, aparentemente se retiraram dos nossos palcos, o que é lamentável. São esses os encenadores reconhecidos com a mais importante distinção do teatro gaúcho:
 LUÍS ARTUR NUNES
Melhor Direção em
1977, por deCOLAGEM
1981, por LOVE, LOVE, LOVE

Luís Artur vive fora de Porto Alegre desde o início dos anos 1990, onde constrói bem sucedida carreira como docente (foi professor da UNIRIO, na área de Teatro) e encenador. Em Porto Alegre, dirigiu espetáculos como Mirandolina (1969), Sonho de uma noite de verão (1971), Sarau das 9 às 11 (1976), Mo(vi)mentos e (Ins)Pirações (1978), A comédia dos amantes (1979), A maldição do Vale Negro (1986), A mãe da miss e o pai do punk (1987), A fonte (1988), Eu (2015) e Caio do céu (2017).

  deCOLAGEM

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IRENE BRIETZKE
Melhor Direção em
1978, por O CASAMENTO DO PEQUENO BURGUÊS 
1980, por SALÃO GRENÁ
1984, por O CASAMENTO DO PEQUENO BURGUÊS (segunda montagem)

Foi, durante anos, professora do Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Principal encenadora de Brecht de nosso estado, traz em seu currículo espetáculos como Frankie, Frankie, Franskenstein (1979), O rei da vela (1982), No Natal a gente vem te buscar (1983), A aurora da minha vida (1985), Peer Gynt (1987), Mahagonny (1988) e Bibi, Dudu, Molenga e Chorona (1998). Está afastada dos palcos desde 2002, quando dirigiu o espetáculo Almas gêmeas, adaptado de crônicas de Marta Medeiros. Tem atuado nos últimos anos como atriz de cinema e TV.
SALÃO GRENÁ


O CASAMENTO DO PEQUENO BURGUÊS (1978)

O CASAMENTO DO PEQUENO BURGUÊS (1984)


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 PAULO ALBUQUERQUE
Melhor Direção em
1977, por JOGOS NA HORA DA SESTA 
1979, por O SENHOR GALINDEZ

Dirigiu espetáculos em Porto Alegre principalmente nos anos 1970 e 1980. Outras de suas encenações são Alzira Power (1973), O arquiteto e o imperador da Assíria (1973) e O jogo da caça ao pássaro (1976). 

JOGOS NA HORA DA SESTA


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JÚLIO CONTE
Melhor Direção em 1982,
por NÃO PENSA MUITO QUE DÓI

Júlio Conte é um dos diretores de teatro mais produtivos de nossa cidade, a despeito de dividir seu tempo entre o teatro e a psiquiatria. É o criador de Bailei na curva (1983), talvez o espetáculo gaúcho mais conhecido fora do nosso estado (rivaliza com Tangos & Tragédias neste quesito). Alguns de seus espetáculos são: Zona proibida (1987), Pedro e a girafa (1988), A coisa certa (1995), Se meu ponto G falasse (1997), O rei da escória (2005), Hotel Rosa-Flor (2006), Beckett & Bion- Gêmeo imaginário (2012) e A mecânica do amor (2016).


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LUCIANO ALABARSE
Melhor Direção em
1983, por PODE SER QUE SEJA SÓ O LEITEIRO LÁ FORA
1992, por HOTEL ATLÂNTICO
1994, por HAMLETO
2002, por ALMOÇO NA CASA DO SR. LUDWIG

Luciano Alabarse é um dos nossos encenadores mais premiados, em uma carreira teatral que se aproxima das quatro décadas. Coordenador-geral do Porto Alegre em Cena e Secretário da Cultura de Canoas (RS), Luciano dirigiu grandes montagens dos nossos palcos, entre elas A lata de lixo da história (1979), Esta é a sua vida (1981), A história do soldado (1991), Beckett na veia (2003), O homem e a mancha (2006), Medeia (2007), Édipo (2008), Bodas de sangue (2010), Legalidade, o musical (2011), Inimigos de classe (2012), Marxismo, ideologia e rock'n'roll (2013), A vertigem dos animais antes do abate (2014) e O lugar escuro (2016).

HAMLETO


ALMOÇO NA CASA DO SR. LUDWIG


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DECIO ANTUNES
Melhor Direção em
1985, por O PULO DO GATO
2014, por UM DIA ASSASSINARAM MINHA MEMÓRIA

Decio Antunes trafega como encenador tanto pela pista do teatro de texto quanto pela do teatro-dança. Entre seus espetáculos estão Entre quatro paredes (1977), Uma visita (1979), Yerma (1982), Pic nic (1983), A serpente (1988), 1941 (1996), As núpcias de Teodora- 1874 (2000), Ano novo, vida nova (2001), A ronda do lobo- 1826 (2002), Mulheres insones (2006) e Corte (2009). Em 2014, compartilhou a encenação de Um dia assassinaram minha memória com Carlota Albuquerque, com a qual dividiu o Açorianos de Melhor Direção.
O PULO DO GATO

UM DIA ASSASSINARAM MINHA MEMÓRIA


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OSCAR SIMCH
Melhor Direção em 1986,
por GASPAR HAUSER

Oscar Simch é mais conhecido como ator de teatro, cinema e TV do que como encenador. No entanto, fez algumas outras incursões como diretor teatral, entre elas em Conversa ao pé do palco (1988), Eternamente Doroty (1998) e A comédia dos amantes (1999).

 GASPAR HAUSER


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MARIA HELENA LOPES
Melhor Direção em 1987,
por IMPÉRIO DA COBIÇA

Maria Helena não dirige novos espetáculos há vários anos, o que muito nos frustra, pois são notórias as grandes montagens que ela trouxe aos nossos palcos, através de seu grupo, o Tear. Entre as peças que encenou estão Quem manda na banda (1981), Os reis vagabundos (1982), Partituras: Os atos, As palavras e As metáforas (1990), Kalldewey- A farsa do convidado obsceno (1992), Shakexperience (1998) e Solos em cena (2001). 

IMPÉRIO DA COBIÇA


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ROBERTO CAMARGO
Melhor Direção em 1988,
por LISÍSTRATA

Roberto Camargo é outro dos nossos diretores que foi pro Sudeste, depois de dirigir alguns elogiados espetáculos em Porto Alegre. Bastante conhecido como ator, especialmente pela Terça Insana, Roberto encenou por aqui A mulher só (1989), Beija-me a bouca amor (1990) e Mala noche (1993).

LISÍSTRATA


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NÉSTOR MONASTERIO
Melhor Direção em
1989 por BELLA CIAO
1995 por O PARTURIÃO

Néstor Monasterio é argentino de Buenos Aires, mas adotou Porto Alegre em 1977, onde construiu uma reconhecida carreira. Dentre os espetáculos que dirigiu estão O rei da vela (1980), Marat-Sade (1982), Rasga coração (1984), O Pequeno Príncipe em busca de um amigo (1988), Guerreiros da bagunça (1989), Orquestra de senhoritas (1990), La nonna (1992), A vida muda (1999), Os ratos (2000), Homens de perto (2003), 5º andar, por favor (2012) e Romeu e Julieta (2015).

 BELLA CIAO


  O PARTURIÃO


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OI NÓIS AQUI TRAVEIZ
Melhor Direção em
1990, por ANTÍGONA- RITOS DE PAIXÃO E MORTE
2013, por MEDEIA VOZES

Caso único na história do Prêmio Açorianos foi a decisão de premiar a direção coletiva do trabalho que, naquele mesmo ano, venceu também o prêmio de Melhor Espetáculo. Se por um lado deixou-se de premiar uma figura única, por outro lado reconheceu-se a originalidade e a eficácia do método do Ói Nóis Aqui Traveiz, que trabalhou várias vezes (em quase todos os espetáculos) de forma coletiva, criando condições para que todos sejam responsáveis por todas as decisões criativas. Ainda que exista o risco de perder-se a unidade estética, ganha-se em profundidade e envolvimento de todo o grupo. Outros espetáculos do Ói Nóis que foram criados sob direção coletiva: Teon (1985), Fim de partida (1986), A exceção e a regra (1987), Hamlet máquina (1999), A saga de Canudos (2000), A missão (Lembrança de uma revolução) (2006) e Viúvas- Performance sobre a ausência (2011).

ANTÍGONA- RITOS DE PAIXÃO E MORTE


MEDEIA VOZES


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CAMILO DE LÉLIS
Melhor Direção em
1991, por MACÁRIO, O AFORTUNADO
1996, por O ESTRANHO SENHOR PAULO
1997, por A BOTA E SUA MEIA
2000, por MEHRDA, PRESIDENTAS!

Camilo de Lélis permanece como um dos mais premiados e prolíficos encenadores de nossa cidade. Entre espetáculos de teatro adulto e para crianças, dirigiu também, entre outros, O ferreiro e a morte (1987), Alice no país das maravilhas (1990), Uma chance para Feuerbach (1993), Jacobina- Uma balada para o Cristo mulher (1995), O boi dos chifres de ouro (1998), Os crimes da Rua do Arvoredo (1999), Milkshakespeare (2010), Landell de Moura- O incrível padre inventor (2012) e As quatro direções do céu (2015).

MACÁRIO, O AFORTUNADO

  
O ESTRANHO SENHOR PAULO 


A BOTA E SUA MEIA


MEHRDA, PRESIDENTAS!


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LUIZ HENRIQUE PALESE
Melhor Direção em 1993,
por DECAMERON

Luiz Henrique Palese foi um grande e versátil artista que faleceu demasiadamente cedo. Ator, diretor, cenógrafo, figurinista, iluminador, e tantas outras atividades que o espetáculo no qual estivesse envolvido demandasse, Palese fundou, em 1988, com Adriane Mottola, a Cia. Stravaganza, que permanece como um dos mais importantes coletivos de teatro do país, produzindo teatro adulto e para crianças. Outros espetáculos dirigidos por Palese: Shandar e o feitiço de Mungo (1988), Por um punhado de jujubas (1990), Arlecchino- Servidor de dois patrões (1997), Bebê Bum (2000) e Como vivem os mortos? (2001).

DECAMERON


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VANISE CARNEIRO
Melhor Direção em 1998,
por ELLA

Vanise Carneiro conta com raras incursões como diretora teatral, tendo desenvolvido sua carreira predominantemente como atriz de cinema e teatro. Dirigiu ainda para o palco o espetáculo para crianças Dráuzio, um vampiro diferente (1999). 

ELLA


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ÉLCIO ROSSINI
Melhor Direção em
1999, por AS TRAÇAS DA PAIXÃO
2004, por ENTRE QUATRO PAREDES

Élcio Rossini é artista plástico e encenador, além de professor universitário. Dentre os espetáculos que dirigiu estão Passagem para Java (1986), Buffet Glória (1990), A maldição do castelo (1992), O extraordinário teatro de curiosidades da família Marks (1996), O assassinato de Miss Agatha (1998) e Os bacharéis (2005).

AS TRAÇAS DA PAIXÃO


ENTRE QUATRO PAREDES


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BIÑO SAUITZVY
Melhor Direção em 2001
por "M"

Biño Sauitzvy está radicado na França há alguns anos, onde tem se dedicado à dança-teatro. Quando ainda vivia em Porto Alegre, dividia-se entre as funções de ator e encenador. Outros trabalhos dirigidos por Biño foram: O sótão ou A catástrofe (2001), All that fall (2002) e Grand Genet: Nossa Senhora das Flores (2002).

"M"


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DEBORAH FINOCCHIARO
Melhor Direção em 2003
por O URSO

Deborah Finocchiaro dirigiu alguns espetáculos, mas é muito mais extensa sua carreira como atriz. Entre os espetáculos que dirigiu estão Pois é, vizinha... (1993), Hobárccu (1999), O macaco e a velha (2005), Sobre anjos e grilos (2006) e Histórias de um canto do mundo- Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul (2008).

O URSO


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JEZEBEL DE CARLI
Melhor Direção em 2005,
por PARADA 400: CONVÉM TIRAR OS SAPATOS

Jezebel de Carli é atriz e professora universitária na área de Teatro, e desenvolve uma trajetória como encenadora na Santa Estação Cia. de Teatro, fundada por ela em 2004. Entre os espetáculos dirigidos por Jezebel estão: A tempestade e os mistérios da ilha (2006), Lipstick Station (2008), Hotel Fuck- Num dia quente a maionese pode te matar (2010), BR Trans (2014) e Ramal 340- Sobre a migração das sardinhas ou Porque as pessoas simplesmente vão embora (2016).

PARADA 400: CONVÉM TIRAR OS SAPATOS


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PATRÍCIA FAGUNDES
Melhor Direção em
2006, por SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
2011, por O FANTÁSTICO CIRCO-TEATRO DE UM HOMEM SÓ

Patrícia Fagundes é professora universitária na área de Teatro e fundadora da Cia. Rústica, grupamento onde tem dirigido vários de seus espetáculos. Entre os trabalhos dirigidos por Patrícia estão O jantar (1995), O bandido e o cantador (1996), O beijo no asfalto (1998), Macbeth- Herói bandido (2004), Pandolfo no reino da Bestolândia (2005), A megera domada (2008), Clube do fracasso (2010) e Coração randevú (2012) e Cidade proibida (2013).

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO


O FANTÁSTICO CIRCO-TEATRO DE UM HOMEM SÓ


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DANIELA CARMONA
Melhor Direção em 2007,
por CLOWNSSICOS

Daniela Carmona é atriz, professora de teatro e encenadora. Entre os espetáculos que dirigiu estão Besta-fêmea (1994), Larvárias (2006) e O sonho de uma noite de verão (2008).

CLOWNSSICOS


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ADRIANE MOTTOLA
Melhor Direção em 2008,
por A COMÉDIA DOS ERROS

Adriane Mottola é atriz e encenadora, fundadora da Cia. Stravaganza, que produz espetáculos teatrais para adultos e crianças. Outras direções de Adriane: O marido era o culpado (1989), Uma professora muito maluquinha (1997), Encontros depois da chuva (2001), Sacra folia (2002), Teus desejos em fragmentos (2006), Ópera monstra (2010) e Príncipes e princesas, sapos e lagartos (2013).


A COMÉDIA DOS ERROS


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 INÊS MAROCCO
Melhor Direção em 2009,
por O SOBRADO

Inês Marocco é professora universitária na área de Teatro, fundadora em 2008 do Grupo Cerco, com alunos do Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Inês dirigiu também, entre outros, os espetáculos Toda linguagem é uma bobagem (1987), De como lhe foi extirpado o sofrimento ao Sr. Mockinpott (1987), Manantiais (1989), O nariz (2003), Incidente em Antares (2012) e Santo Qorpo ou O louco da província (2014).


O SOBRADO


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DANIEL COLIN
Melhor Direção em 2010,
por WONDERLAND E O QUE M. JACKSON ENCONTROU POR LÁ

Daniel Colin é ator e diretor teatral, fundador do Teatro Sarcáustico. Outros espetáculos dirigidos por Daniel: Gordos ou Somewhere beyond the sea (2005), Jogo da memória (2008), Breves entrevistas com homens hediondos (2011), O linguiceiro da Rua do Arvoredo (2012) e Franky/Frankenstein: um divertido conto de terror sobre amizade (2013).

WONDERLAND E O QUE M. JACKSON ENCONTROU POR LÁ


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JOÃO PEDRO MADUREIRA
Melhor Direção em 2012,
por CARA A TAPA

João Pedro Madureira é ator e diretor teatral, fundador da vai!ciadeteatro. João Pedro dirigiu também os espetáculos Agora eu era (2008), Parasitas (2010) e A roupa nova do rei (2010).

CARA A TAPA


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 CARLOTA ALBUQUERQUE
Melhor Direção em 2014,
por UM DIA ASSASSINARAM MINHA MEMÓRIA

Fundadora da Terpsí Teatro de Dança em 1987, Carlota foi bailarina e atualmente, além de criadora em dança e teatro, é professora na área. Uma das mais reconhecidas profissionais das artes cênicas gaúchas, assinou a direção de vários espetáculos, entre eles As quatro estações (1987), As três parcas (1988), Quem é? (1989), Lautrec...fin de siècle (1993), Orlando's (1996), Escape- A dança dos loucos (1998), A família do bebê (1999), O banho (2001), E la nave no va II (2003), Ditos e malditos- Desejos da clausura (2009), Casa das especiarias (2013) e Whatsapp para Shakespeare (2016). A direção de Um dia assassinaram minha memória foi compartilhada com Decio Antunes.

UM DIA ASSASSINARAM MINHA MEMÓRIA


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EDUARDO KRAEMER
Melhor Direção em 2015,
por CADARÇO DE SAPATO OU NINGUÉM ESTÁ ACIMA DA REDENÇÃO

Um dos fundadores da Cia Teatrofídico em 2004, junto de Renato Del Campão, Eduardo é, além de encenador, iluminador e cenógrafo. Dirigiu espetáculos como Espancando a empregada (1997), Clubber (2001), Bonecas à beira de um ataque de risos (2004), Jogos na hora da sesta (2004), Caio de boca e alma (2004), Eu preciso aprender a ser só (2005), Fala comigo doce como a chuva (2006), O anjo exterminador (2007), Apareceu a Margarida (2008), A serpente (2009), Pode ser que seja só o leiteiro lá fora (2010), Quem tem medo de Itália Fausta? (2011) e Querem acabar comigo (2012).

 CADARÇO DE SAPATO OU NINGUÉM ESTÁ ACIMA DA REDENÇÃO


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MAURÍCIO CASIRAGHI
Melhor Direção em 2016,
por O CASAL PALAVRAKIS

Integrante da ATO Cia. Cênica, é graduado em Teatro: Direção Teatral pela UFRGS. Dirigiu ainda #7xBeckett.
 O CASAL PALAVRAKIS

2 comentários:

  1. Que saudade da cena teatral de Porto Alegre!!!Obrigado Marcelo , por este presente.

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  2. Oi querido
    Estou aqui passeando pelos teus posts, estou escrevendo um artigo sobre teatro gaúcho e este teu blog é um ótimo (e fragmentado) panorama do teatro realizado em Porto Alegre nas últimas décadas. Vou usar o blog todo como referência.
    Bjs e saudades!
    Manda bjão pra Meg!
    Taís

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