O homem e a mancha

O homem e a mancha

domingo, 18 de setembro de 2011

A LIÇÃO no 18º Porto Alegre em Cena

 Nesta terça-feira, 20 de setembro, feriado, acontecerá no Teatro de Arena (Av. Borges de Medeiros, 835) a apresentação do espetáculo A LIÇÃO, dentro da programação do 18º Porto Alegre em Cena.
A LIÇÃO é um dos textos mais conhecidos do Teatro do Absurdo, escrita pelo dramaturgo romeno Eugène Ionesco em 1950. A Cia. de Teatro ao Quadrado volta a cartaz apenas neste dia 20, às 18 horas, com ENTRADA FRANCA.
Se você ainda não assistiu, não perca a oportunidade de conferir uma das peças mais bem comentadas de 2010. Leia o que foi dito sobre A LIÇÃO:
 "Impressionante o clima de humor e tensão que vai se estabelecendo no decorrer do espetáculo, nos levando da diversão à tragédia, mexendo com nossas emoções" (ANTÔNIO CARLOS FALCÃO, ator)

"A LIÇÃO é um espetáculo necessário. Peça contemporânea de alto nível, impactante, com ótimas atuações e uma direção impecável. Mexe com as nossas gavetas de emoções: desarruma, mas não deixa nada atirado no chão" (ARTUR JOSÉ PINTO, ator e dramaturgo)

"A LIÇÃO nos dá uma verdadeira aula de atuação. É um espetáculo que precisa ser visto para que tenhamos a noção da palavra "ensaio". Marcelo e Luísa estão inteiros e intensos em cena. Muita emoção e técnica, uma dupla perfeita sob a batuta da diretora Margarida Leoni Peixoto" (NADYA MENDES, atriz)

"Margarida, ao centrar sua direção no caráter brutal do texto, fez uma escolha perigosa mas justificável. O final da peça, com a aluna presa àquela cadeira (de ginecologista?) ultrapassa a brutalidade e atinge o nível do horror absoluto. E o sangue a gotejar na bacia remete de imediato à mais espantosa escatologia do horror. Marcelo nos dá uma aula de interpretação em que a voz  tem um papel fundamental. Parabéns por essa voz que, há anos não se ouvia tão bem empregada em cena." (IVO BENDER, dramaturgo)

"Numa interessante experiência conceitual, A LIÇÃO da Cia. de Teatro ao Quadrado passa a ser tão de Hitchcock quanto de Ionesco, e algumas outras possibilidades de leitura dessa obra prima ficam ao dispor do público inteligente. As atuações de Marcelo Adams e Luisa Herter estão primorosas" (CAMILO DE LÉLIS, encenador)

"Um texto clássico do Teatro do Absurdo, encenado de forma vigorosa, contundente e corajosa, com desempenhos de tirar o fôlego...extraordinariamente assustadora, levando às últimas consequências a dramaturgia de Ionesco... um luxo..." (CIDA MOREIRA, cantora)

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