O homem e a mancha

O homem e a mancha

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Peter Greenaway Top 5

Quando encenamos A LIÇÃO, a partir da peça de Eugène Ionesco, escolhemos trabalhar com referências cinematográficas, das quais as mais evidentes são ao cinema de Alfred Hitchcock. No entanto, vários outros cineastas nos inspiraram - coisa que não foi percebida por nenhum comentador, provavelmente por falta de conhecimento das referências -, limitando-se os que escreveram sobre nossa encenação a apontar obviedades e, o que é pior, descartarem a inegável hibridização da linguagem teatral contemporânea. Hoje, autores do passado recebem tratamento contemporâneo, caso contrário não seria necessário remontar Shakespeare, ou Sófocles, ou Ionesco. Teatro se faz no aqui agora, pois é uma arte que existe no presente, e que não vive de nostalgia, trazendo ao palco questões igualmente contemporâneas, e não se alicerçando em conceitos e modos de agir ultrapassados. Bem, entre os cineastas que nos inspiraram está o galês Peter Greenaway (1942), especialmente com os filmes Afogando em números (1988) e O livro de cabeceira (1996). A genial obra de Greenaway merece um top 5:


Zoo- Um Z e dois zeros (1986)


A barriga do arquiteto (1987)


O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante (1989)


A última tempestade (1991)


O livro de cabeceira (1996)

Nenhum comentário:

Postar um comentário